domingo, 6 de julho de 2008

Diário da Maçonaria - Parte I

Depois de quase um mês dentro da maçonaria e sem poder sair para beber e fazer sexo com eletrodomésticos, vou mostrar para vocês o quão foi difícil e complicado viver dentro de uma loja. Sempre que eu perder a vergonha, mostrarei uma parte de meu diário tenebroso para vocês.


Diário do front, dia 1:Novamente, desocupados leitores do Whan, a imprensa marrom tenta jogar fezes na tubulação do ar-condicionado. É uma pena que todos estes descendentes do Gabeira não foram fuzilados nos bons tempos da Revista Mad, mas vamos aos "flatos" investigados por meu contato dentro da maçonaria, Fox Morder:

1) Sabemos que Professor Mássimo não tem nenhum respaudo (sic) ante a galera, pois está sempre de fogo;

III) O dólar em Burundi (segundo um economista da Fipe que me pediu sigilo), está mui, más muiiii alto e portanto la salada alucinógena (a tecla SAP está quabrada) de lo miestre Espierto Hombre está una merda;

E) Quanto a dupla de dança do Créu, aí a viadagem é escolha pópria (Lord Sir Charles que me corrija);

#) O cintilamento (sic de novo!) alucinado da histérica Britney não despertou no Ethan Who nenhuma emoção (apesar da contida vontade de agarrá-la);



Não percam na próxima semana a continuação do diário da maçonaria!

Professor Mássimo

1 comentários:

nát disse...

o jeito que você enumera é realmente moderno :~

O que há na marçonaria para o professor Mássimo e a vovó não quererem sair de lá?

é, agora não sou mais a única leitora do blog .__.