Olá, bando de desocupados... agora que a plaga mudou de nome acho que posso finalmente dar uma explicação sobre meu sumiço. Muitos pensaram que eu estava tomando conta de minhas minas de carvão na Sibéria, mas na verdade estava era tentando tirar minhas holdings da falência absoluta. Contarei o último caso que passei: Eu estava ensinando uma garotada da minha loja de departamentos a fazer vendas, o instrutor que os acompanhava acabaram me pegando na câmera de segurança já no meio de uma venda:
Professor Mássimo: O senhor tem que levar duas iscas. Um homem de sua estirpe e elegância merece mais que isso.
Cliente: Vou levar (Estufando o peito)!
P.M. – Veja esta vara de pescar. Um homem de teu calibre precisa ter a melhor vara de pescar do mundo. Pega peixe que é uma beleza.
C. – Vou levar duas.
P.M. – Ótima escolha. Tenho certeza que a vara vai combinar com seu barco. Como é? O senhor ainda não tem um barco? Um homem tão distinto e fino como o senhor precisa do melhor barco, venha comigo até o departamento de barcos.
No final das contas, acabei vendendo a loja praticamente inteira pra ele e ainda saiu sorrindo e contente por tantas aquisições. Nisso uma das escrav... digo, funcionárias em treinamento me perguntou depois o que tinha feito de tão incrível pra fazer toda essa venda. Respondi o seguinte: O cara me apareceu aqui querendo comprar um modess. Então perguntei pra ele: Já pensou no fim de semana mais chato que o senhor vai ter?
É isso,
Professor Mássimo
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
O motivo de minha ausência
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terça-feira, 8 de julho de 2008
A Incongruência da Verdade
Depois de uma noite incessante de pensamentos sobre a questão da humanidade, do ser humano enquanto animal dito racional e de como nossa articuladora tem talento com as mãos, me deparei com o impasse da honestidade. Não é de hoje que todos os seres vivos pensantes (e não pensantes, no nosso caso) clamam pela verdade, mas aí me pergunto: essa tal verdade realmente existe?
Pense comigo, se você diz a alguém que não conta toda a verdade à ela, você, ao mesmo tempo, está sendo sincero por contar que você não conta toda a verdade e desonesto por não contar toda a verdade. Então o impasse é criado, pois a verdade plena, em seu estado bruto e totalmente original, existe? A resposta para isso é não! Ou talvez sim.
A dúvida em mim permanece e, sinceramente, não me esclareci nada. Acho que a única coisa que é feita de uma verdade singular é a saudosa frase do grande David Lee Roth, "O cara que disse que dinheiro não compra felicidade, não sabia onde fazer compras". Fora isso, continuo perdido e repasso, portanto, essa minha pergunta a você, leitor, que passa alguns minutos do seu dia dividindo conosco a sua falta do que fazer e também ao bendito Prof. Mássimo que, com certeza irá esclarecer isso assim como me esclareceu até que ponto o assédio sexual em ambiente de trabalho é legítimo.
Hasta.